AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul — Prova 2020
Entre os métodos contraceptivos abaixo, quais, na mesma alternativa, apresentam Índices de Pearl mais baixo?
DIU e Pílula Anticoncepcional Oral = Métodos com os Índices de Pearl mais baixos (alta eficácia).
O Índice de Pearl mede a eficácia contraceptiva (número de falhas por 100 mulheres/ano). DIU (hormonal e de cobre) e pílulas anticoncepcionais orais, quando usados corretamente, apresentam os menores Índices de Pearl, indicando alta eficácia.
O Índice de Pearl é uma das métricas mais utilizadas para avaliar a eficácia dos métodos contraceptivos, representando o número de gestações indesejadas que ocorrem em 100 mulheres usando um método específico por um ano. Quanto menor o Índice de Pearl, maior a eficácia do método. É fundamental para residentes e profissionais de saúde compreenderem esses índices para oferecer aconselhamento adequado às pacientes. Os métodos contraceptivos de alta eficácia, que apresentam os Índices de Pearl mais baixos, incluem os contraceptivos de longa ação reversível (LARC), como o Dispositivo Intrauterino (DIU de cobre e DIU hormonal) e os implantes subdérmicos. Além desses, as pílulas anticoncepcionais orais combinadas e as pílulas de progestagênio isolado também demonstram alta eficácia quando usadas de forma consistente e correta. É importante diferenciar a eficácia teórica (uso perfeito) da eficácia de uso (uso típico), pois a adesão e a forma correta de utilização influenciam significativamente o sucesso do método. Métodos como o Ogino-Knaus (tabelinha) e o condom, embora acessíveis, possuem Índices de Pearl mais elevados devido à sua dependência da adesão e potencial para erro humano, tornando-os menos eficazes na prática diária.
O Índice de Pearl é uma medida da eficácia de um método contraceptivo, representando o número de gestações indesejadas que ocorrem em 100 mulheres usando o método por um ano. É calculado como (número de gestações / número de ciclos de exposição) x 1200.
Os métodos com os Índices de Pearl mais baixos, indicando maior eficácia, são os contraceptivos de longa ação reversível (LARC), como o Dispositivo Intrauterino (DIU de cobre e DIU hormonal), implantes subdérmicos, e os contraceptivos hormonais combinados orais, quando usados corretamente.
A eficácia teórica (ou perfeita) refere-se à taxa de falha quando o método é usado de forma ideal e consistente. A eficácia de uso (ou típica) reflete a taxa de falha na prática real, considerando o uso inconsistente ou incorreto, sendo geralmente mais alta.
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