PUC-PR Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná — Prova 2026
Homem de 69 anos, tabagista e hipertenso, foi diagnosticado com aneurisma de aorta abdominal infrarrenal em exame de imagem. Atualmente está assintomático. Achados da angiotomografia: Aneurisma infrarrenal fusiforme Diâmetro transverso máximo: 5,8 cm Extensão total: 6,5 cm Colos proximais de 2,2 cm Ausência de dissecção ou trombos murais significativos Qual a conduta recomendada neste caso?
AAA assintomático >5,5 cm em homens → Reparo eletivo; <5,5 cm → Acompanhamento com imagem semestral.
A indicação de reparo eletivo para aneurisma de aorta abdominal assintomático em homens é geralmente para diâmetros ≥ 5,5 cm; em mulheres, o limiar é ≥ 5,0 cm. Para aneurismas menores, a conduta é o acompanhamento clínico e por imagem.
O aneurisma de aorta abdominal (AAA) é uma dilatação permanente e localizada da aorta abdominal, com um diâmetro que excede 1,5 vezes o diâmetro normal esperado. A principal preocupação é o risco de ruptura, que é uma emergência médica com alta mortalidade. A decisão de intervir cirurgicamente ou por via endovascular em um AAA assintomático é baseada principalmente no diâmetro máximo do aneurisma, pois este é o preditor mais forte de ruptura. As diretrizes atuais recomendam o reparo eletivo para AAA assintomáticos em homens quando o diâmetro atinge 5,5 cm ou mais, e em mulheres quando atinge 5,0 cm ou mais, ou em casos de crescimento rápido (>0,5 cm em 6 meses ou >1 cm em 1 ano) ou sintomas. Para aneurismas menores, a conduta é o acompanhamento clínico com controle rigoroso dos fatores de risco (cessação do tabagismo, controle da pressão arterial e dislipidemia) e vigilância por imagem periódica (ultrassonografia ou angiotomografia) para monitorar o crescimento.
Em homens, a indicação de reparo eletivo para um aneurisma de aorta abdominal assintomático é geralmente quando o diâmetro atinge 5,5 cm ou mais.
O acompanhamento é feito com controle rigoroso dos fatores de risco cardiovascular e exames de imagem periódicos (geralmente ultrassonografia ou angiotomografia) a cada 6 ou 12 meses, dependendo do diâmetro.
Os principais fatores de risco incluem idade avançada, sexo masculino, tabagismo, hipertensão arterial, aterosclerose e histórico familiar de aneurisma.
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