UniEVANGÉLICA - Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2019
As mudanças epidemiológicas e demográficas, o aumento da expectativa de vida da população e a urbanização têm aumentado o número de doenças crônicas. Segundo a Organização Panamericana de Saúde (OPAS), há previsão de que até 2020 teremos 840 mil mortes por câncer na América Latina e no Caribe e chama a atenção para um dos aspectos menos valorizados nos cuidados às pessoas nesta condição, os Cuidados Paliativos. Considerando a situação, verifica-se que:
Cuidados Paliativos: indicados para qualquer doença que ameaça a vida, independente de diagnóstico, prognóstico ou idade.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que os Cuidados Paliativos devem ser iniciados precocemente, desde o diagnóstico de uma doença que ameace a vida, e não apenas na fase final. O objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente e de seus familiares, abordando sintomas físicos, psicossociais e espirituais.
Os Cuidados Paliativos representam uma abordagem fundamental na medicina moderna, focada na melhoria da qualidade de vida de pacientes e seus familiares que enfrentam doenças que ameaçam a vida. Sua importância cresce com o envelhecimento populacional e o aumento das doenças crônicas, como o câncer, conforme destacado pela OPAS. A compreensão de seus princípios é crucial para a prática médica contemporânea. A indicação dos Cuidados Paliativos é ampla e não se restringe à fase final da vida. Eles são indicados para qualquer paciente que convive ou está em risco de desenvolver uma doença que ameaça a vida, independentemente do diagnóstico, prognóstico ou idade. Isso significa que podem ser oferecidos desde o momento do diagnóstico, em conjunto com tratamentos curativos, visando o alívio do sofrimento e o suporte integral. O manejo da dor e outros sintomas é um pilar dos Cuidados Paliativos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu uma escada analgésica para o tratamento da dor, com a via oral sendo a preferencial sempre que possível, devido à sua eficácia e conveniência. O suporte nutricional também é adaptado aos objetivos de cada fase da doença, priorizando a qualidade de vida e o conforto do paciente.
Os Cuidados Paliativos devem ser iniciados precocemente, desde o diagnóstico de qualquer doença que ameace a vida, e não apenas na fase final. Isso permite uma abordagem holística e integrada ao tratamento.
O principal objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente e de seus familiares, prevenindo e aliviando o sofrimento através da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento da dor e outros problemas físicos, psicossociais e espirituais.
Não, os Cuidados Paliativos podem ser oferecidos concomitantemente ao tratamento curativo. Eles complementam o tratamento da doença, focando no alívio dos sintomas e no suporte ao paciente e à família, independentemente do prognóstico.
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