Incretinomiméticos: Risco de Pancreatite Aguda

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2015

Enunciado

Após oito anos de tratamento de diabetes mellitus 2 com antidiabéticos orais, uma paciente tem seu controle glicêmico reiteradamente tido como inadequado, sendo feita a opção pela introdução de um incretinomimético por via parenteral (exenatida) combinado com metformina. Revendo os dados registrados no seu prontuário médico, observa-se que, além de diabetes mellitus 2, a paciente tem passado de hipertensão arterial sistêmica (em uso de enalapril e hidroclorotiazida), dislipidemia combinada (hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia), síndrome metabólica, síndrome dos ovários policísticos e alergia a iodo. Em termos sociais, ela tem passado de tabagismo e etilismo, tendo abandonado tais práticas há cerca de dois anos. Apesar de controvérsias persistentes quanto a uma possível relação de causa e efeito, a introdução de incretinomiméticos tem sido associada, na literatura médica, a um risco aumentado da ocorrência de:

Alternativas

  1. A) Hirsutismo.
  2. B) Pancreatite aguda.
  3. C) Acidente cerebrovascular.
  4. D) Aumento da gordura visceral.

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