Incontinência Urinária de Esforço: Diagnóstico e Tratamento

Universidade Estadual do Piauí - Campus Teresina — Prova 2015

Enunciado

Paciente de 58 anos, G7P6 (normais) A1, queixa-se de perda de urina ao tossir, espirrar e realizar alguns esforços no seu dia a dia, com evolução progressiva há 5 anos e piora dos sintomas há 6 meses. Ao exame ginecológico, apresenta vulva e vagina hipotróficas, cistocele discreta e rotura perineal grau II. O estudo urodinâmico detectou perda de urina à manobra de Valsava, com pressão vesical de 105cmH2O. Ausência de contrações não inibidas do detrusor. Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico correto com tratamento apropriado.

Alternativas

  1. A) incontinência urinária mista. Iniciar tratamento com prescrição de oxibutinina e fisioterapia do assoalho pélvico e indicar procedimento cirúrgico somente na falha do tratamento clínico.
  2. B) incontinência urinária de esforço por hipermobilidade do colo vesical. Pode-se indicar fisioterapia do assoalho pélvico ou tratamento cirúrgico com colocação de tela tipo TVT (SLING transobturatório) na falha ou falta de aderência à fisioterapia.
  3. C) incontinência urinária por defeito do esfíncter uretral. O tratamento deve ser cirúrgico com colocação de tela tipo TVT (SLING transobturatório).
  4. D) hiperatividade do detrusor, fazer tratamento com oxibutinina, estando contra-indicado procedimento cirúrgico.
  5. E) Incontinência urinária mista. Iniciar tratamento com estrogenioterapia tópica e fisioterapia do assoalho pélvico.

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