HSJ - Hospital São Julião (MS) — Prova 2015
A cirurgia para correção de incontinência urinária de esforço considerada de baixa complexidade, minimamente invasiva, com altas taxas de cura após 10 anos e rápido tempo de execução é:
Sling suburetral → tratamento padrão-ouro minimamente invasivo para IUE com alta taxa de cura.
O sling suburetral (TVT ou TOT) é a cirurgia de escolha para incontinência urinária de esforço devido à sua natureza minimamente invasiva, alta eficácia a longo prazo e menor morbidade comparada a técnicas mais antigas. Ele oferece suporte à uretra média, restaurando o mecanismo de continência.
A incontinência urinária de esforço (IUE) é uma condição comum que afeta milhões de mulheres, impactando significativamente sua qualidade de vida. É caracterizada pela perda involuntária de urina durante atividades que aumentam a pressão intra-abdominal, como tosse, espirro ou exercício físico. A etiologia envolve principalmente a hipermobilidade uretral e/ou a deficiência intrínseca do esfíncter. O diagnóstico da IUE é primariamente clínico, baseado na história e exame físico, complementado por exames como o teste do cotonete e o estudo urodinâmico. O tratamento inicial pode incluir medidas conservadoras como fisioterapia do assoalho pélvico, mas para casos moderados a graves ou refratários, a intervenção cirúrgica é frequentemente necessária. Entre as opções cirúrgicas, o sling suburetral (TVT ou TOT) emergiu como o padrão-ouro devido à sua eficácia comprovada, natureza minimamente invasiva e perfil de segurança favorável. Essas técnicas oferecem suporte à uretra média, restaurando o mecanismo de continência e proporcionando altas taxas de cura a longo prazo, com recuperação mais rápida para as pacientes.
A IUE é a perda involuntária de urina durante atividades que aumentam a pressão intra-abdominal, como tossir, espirrar, rir ou levantar pesos, devido à fraqueza do assoalho pélvico ou deficiência esfincteriana.
O sling suburetral é minimamente invasivo, tem altas taxas de sucesso a longo prazo, menor tempo de recuperação e menos complicações em comparação com cirurgias abdominais mais complexas, oferecendo suporte à uretra média.
Os tipos mais comuns são o TVT (Tension-free Vaginal Tape), que passa por trás do osso púbico, e o TOT (Transobturator Tape), que passa através dos forames obturatórios, ambos com o objetivo de dar suporte à uretra.
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