Imunoterapia no Câncer: Células Chave e Seus Papéis

HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2019

Enunciado

Os campos da imunologia e da oncologia estão ligados desde o final do século 19, quando o cirurgião William Coley relatou que uma injeção de bactérias mortas em locais de sarcoma poderia levar ao encolhimento do tumor. Desde então, os avanços exponenciais na compreensão da interseção entre a vigilância imunológica e o crescimento e desenvolvimento do tumor levaram a amplos avanços terapêuticos que agora estão sendo estudados em todos os tipos de câncer, o que abrange o conceito de Imunoterapia. Uma resposta imune citotóxica eficiente e específica contra um tumor requer uma interação complexa e de rápida evolução entre vários tipos de células no sistema imune adaptativo e inato. Os tipos de células envolvidas diretamente no reconhecimento e rejeição de tumores são, EXCETO:

Alternativas

  1. A) Linfócitos CD8 + e CD4 +, tradicionalmente denominados células T citotóxicas e células T auxiliares.
  2. B) Células Natural Killer (NK) que não requerem apresentação de antígeno pelo complexo principal de histocompatibilidade (MHC) para atividade citotóxica.
  3. C) CD3, que codifica um complexo proteico transmembranar não variável com um componente de ativação baseado em tirosina intracelular.
  4. D) FoxP3 + / CD25 + / CD4 + / T regulatório (Treg) e células supressoras derivadas de mielóides (MDSCs) que inibem em grande parte a atividade dos linfócitos T citotóxicos.
  5. E) Macrófagos M1, que liberam interferon (IFN) gama e são responsáveis pela fagocitose, e macrófagos M2, que liberam citocinas como IL-4, IL-10, fator de crescimento transformador beta (TGF- beta).

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