Imunoglobulina Anti-RhD: Profilaxia Pós-Parto Essencial

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2017

Enunciado

Gestante com 27 anos, com 38 semanas de idade gestacional, foi internada na maternidade em fase ativa de trabalho de parto, evoluindo para parto normal sem intercorrências. Checando os resultados de exames laboratoriais, observa-se que a paciente possui tipagem sanguínea A, sistema Rh negativo e triagem de anticorpos materna positiva para antígeno D, colhida no momento da internação hospitalar para assistência ao parto. Os exames de seu recém-nascido evidenciaram tipagem sanguínea A Rh positivo. Considerando-se que o cartão de pré-natal apresenta a informação de que foi administrada imunoglobulina anti-RhD com 34 semanas de idade gestacional para essa paciente, qual a conduta mais adequada?

Alternativas

  1. A) Informar à paciente que não há necessidade de imunoglobulina anti-D após o parto, já que foi administrada durante a gestação e a triagem de anticorpos permanece positiva.
  2. B) Administrar imunoglobulina anti-D intramuscular imediatamente, independentemente do resultado atual da triagem de anticorpos.
  3. C) Solicitar a realização da titulação dos anticorpos anti-RhD e prescrever imunoglobulina anti-D se títulos forem menores ou iguais a 1:8.
  4. D) Informar à paciente sobre diagnóstico de aloimunização pelo antígeno D e orientar seguimento em serviço de pré-natal de alto risco na próxima gestação.

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