UNITAU - Universidade de Taubaté (SP) — Prova 2025
A imunoglobulina anti-Rh deve ser administrada nas primeiras 72 horas pós-parto, em casos de:
Mãe Rh(-) não sensibilizada (Coombs indireto negativo) com RN Rh(+) → administrar imunoglobulina anti-Rh pós-parto.
A imunoglobulina anti-Rh é administrada à mãe Rh negativo não sensibilizada (Coombs indireto negativo) que deu à luz um bebê Rh positivo. Isso previne a formação de anticorpos anti-D pela mãe, evitando a doença hemolítica do recém-nascido em gestações futuras.
A incompatibilidade Rh é uma condição que pode levar à Doença Hemolítica do Recém-Nascido (DHRN), uma causa importante de morbimortalidade perinatal. A prevenção da sensibilização materna ao antígeno Rh(D) é um pilar fundamental da assistência pré-natal e pós-parto, sendo a imunoglobulina anti-Rh a principal ferramenta para esse fim. A imunoglobulina anti-Rh age destruindo os glóbulos vermelhos fetais Rh positivos que possam ter entrado na circulação materna durante a gestação ou o parto, antes que o sistema imune materno possa reconhecê-los e produzir anticorpos anti-D. A indicação clássica para a administração pós-parto é uma mãe Rh negativo, não sensibilizada (Coombs indireto negativo), que deu à luz um recém-nascido Rh positivo. A administração deve ocorrer idealmente nas primeiras 72 horas após o parto. Além do pós-parto, a imunoglobulina anti-Rh também é indicada em outras situações de risco de sensibilização, como aborto, gravidez ectópica, amniocentese, biópsia de vilo corial e trauma abdominal. A correta indicação e administração são cruciais para garantir a saúde de futuras gestações.
O objetivo da imunoglobulina anti-Rh é prevenir a sensibilização da mãe Rh negativa ao antígeno D do feto Rh positivo, impedindo a formação de anticorpos anti-D que poderiam causar doença hemolítica grave em gestações futuras.
A imunoglobulina anti-Rh deve ser administrada nas primeiras 72 horas pós-parto quando a mãe é Rh negativo, o recém-nascido é Rh positivo, e a mãe não está previamente sensibilizada (Coombs indireto negativo).
Um Coombs indireto positivo na mãe indica que ela já produziu anticorpos anti-D, ou seja, já está sensibilizada. Nesses casos, a imunoglobulina anti-Rh não é eficaz, e a gestação deve ser monitorada para sinais de doença hemolítica fetal.
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