UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2018
A proteção de profissionais de saúde por intermédio da vacinação é parte importante no controle e prevenção de infecções para profissionais de saúde e seus pacientes, em especial os imunossuprimidos, que têm risco de complicações graves se adquirirem uma doença imunoprevenível. Quanto aos procedimentos relativos à imunização de profissionais e estudantes da área de saúde segundo o esquema recomendado pelo Ministério da Saúde no Brasil, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas: ( ) São indicadas duas doses na vida de vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) para profissionais de saúde até 29 anos. ( ) Para ser considerado protegido contra o tétano, um profissional de saúde que perdeu a carteira de vacinas e não possui qualquer outro registro de suas vacinas deverá fazer uma dose da vacina dupla tipo adulto (dT) e reforços a cada 10 anos. ( ) Para profissional de saúde com esquema de três doses de vacina contra hepatite B e que, ao fazer sorologia após 10 anos da última dose, apresentou dosagem de anti-AgHBs< 10 UI/mL, é recomendada uma nova dose da vacina e repetir a sorologia 30 a 60 dias após. ( ) Os profissionais de saúde que trabalham na área assistencial, sem história de varicela ou com história duvidosa, devem receber a vacina, principalmente aqueles em contato com pacientes imunodeprimidos e os da área de pediatria. ( ) Entre as vacinas indicadas para os profissionais de saúde, recomenda-se a vacinação anual contra influenza e a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23). Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Profissional de saúde: 2 doses TV (se suscetível), dT (esquema completo/reforço 10a), Hepatite B (3 doses + sorologia), Varicela (se suscetível), Influenza (anual).
O esquema vacinal para profissionais de saúde é rigoroso devido ao risco de exposição e transmissão de doenças. É fundamental seguir as recomendações do Ministério da Saúde, que incluem vacinas como tríplice viral, dT, hepatite B, varicela e influenza, com critérios específicos para cada uma, visando a proteção individual e coletiva.
A imunização de profissionais de saúde é uma estratégia crucial para a proteção individual e coletiva, prevenindo a transmissão de doenças infecciosas em ambientes de assistência. O Ministério da Saúde do Brasil estabelece um calendário vacinal específico para essa população, considerando o maior risco de exposição a patógenos e a possibilidade de transmissão a pacientes vulneráveis, como os imunossuprimidos. Este esquema abrange vacinas como a tríplice viral, dupla tipo adulto (dT), hepatite B, varicela e influenza, cada uma com suas particularidades e critérios de indicação.
Profissionais de saúde suscetíveis (sem comprovação de vacinação ou doença) devem receber duas doses da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses, independentemente da idade, se nascidos a partir de 1960.
Um profissional de saúde sem histórico vacinal de tétano deve iniciar um esquema primário de três doses da vacina dupla tipo adulto (dT), com reforços a cada 10 anos. Apenas uma dose não confere proteção adequada se não houver um esquema primário prévio.
A vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23) não é recomendada rotineiramente para todos os profissionais de saúde. Sua indicação é restrita a profissionais que se enquadram em grupos de risco específicos para doença pneumocócica invasiva, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.
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