PUC-PR Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná — Prova 2024
Com relação à implantação e desenvolvimento placentário, pode-se afirmar CORRETAMENTE
Implantação embrionária inicia com aposição (contato frouxo) do blastocisto ao endométrio.
A implantação embrionária é um processo complexo que começa com a aposição, onde o blastocisto se alinha e adere frouxamente ao epitélio endometrial, antes de progredir para as fases de adesão e invasão.
A implantação embrionária, também conhecida como nidação, é um evento crítico e complexo que ocorre no início da gravidez, geralmente entre o 6º e o 10º dia após a fecundação. Este processo envolve uma série de interações moleculares e celulares entre o blastocisto e o endométrio materno, que deve estar em uma fase receptiva. A falha na implantação é uma causa comum de infertilidade e perdas gestacionais precoces. A implantação é dividida em três fases principais: aposição, adesão e invasão. A aposição é o contato inicial e frouxo do blastocisto com o epitélio endometrial, onde o embrião se alinha. Em seguida, ocorre a adesão, um contato mais firme mediado por moléculas de superfície. Finalmente, na fase de invasão, o trofoblasto do blastocisto penetra o endométrio, invadindo os vasos sanguíneos maternos para estabelecer a circulação uteroplacentária. O desenvolvimento placentário é crucial para o suporte da gestação, fornecendo nutrientes e oxigênio ao feto e removendo resíduos. É importante ressaltar que, na placenta humana (hemocorial), o sangue materno e fetal não se misturam diretamente; eles são separados pela barreira placentária, que permite as trocas essenciais. O conhecimento detalhado dessas fases é fundamental para entender as patologias da gravidez, como a gravidez ectópica e a pré-eclâmpsia, que podem ter origem em falhas na implantação ou no desenvolvimento placentário.
As fases da implantação embrionária são aposição (contato frouxo), adesão (contato mais firme) e invasão (penetração do trofoblasto no endométrio).
A nidação, ou implantação, geralmente ocorre entre o 6º e o 10º dia após a fecundação, sendo o processo de fixação do blastocisto na parede uterina.
Não, o sangue materno e fetal não se misturam diretamente na placenta hemocorial. Há uma barreira placentária que permite a troca de nutrientes e gases, mas impede a mistura sanguínea.
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