Íleo Paralítico Prolongado: Manejo e Nutrição Pós-Operatória

HUSE-Unirio - Hospital Universitário dos Servidores do Estado (RJ) — Prova 2021

Enunciado

Paciente do sexo masculino, 44 anos, com história de laparotomia por PAF há 10 anos, dá entrada na eme rgência com quadro de obstrução intestinal. Após tratamento conservador sem sucesso por 4 dias, com sonda nasogástrica em sifonagem, hidratação e reposição de eletrólitos é levado ao centro cirúrgico. Na laparotomia é evidenciada brida no íleo distal, send o realizada enterectomia com anastomose primária, pelas boas condições clínicas do paciente e aspecto perfusional das alças. No 5 o dia de pós operatório, encontra se acordado, eupneico em ar ambiente e estável. Boa diurese e perfusão capilar. O débito da s onda nasogástrica é alto (> 1800ml/24h), não há eliminação de flatos e a peristalse é inaudível. Neste caso, qual a melhor conduta?

Alternativas

  1. A) Na presença de íleo paralítico prolongado a terapia nutricional parenteral deve ser indicada.
  2. B) Aumentar a hidratação venosa para evitar distúrbios hidroeletrolítcos e melhorar a perfusão intestinal deve ser indicado para melhorar o íleo paralítico.
  3. C) Na gastroparesia, a nutrição enteral com cateter nasogástrico é recomendada com meta inicial de 35Kcal/kg em 24h.
  4. D) Houve falha no tr atamento cirúrgico e o paciente deve ser levado ao centro cirúrgico para revisão da anastomose.
  5. E) Iniciar antibiótico venoso pelo quadro de sepse e aguar até a melhora do quadro abdominal.

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