Íleo Paralítico Pós-Operatório: Diagnóstico e Manejo
Santa Casa de Votuporanga (SP) — Prova 2017
Enunciado
Paciente em pós-operatório de cirurgia ginecológica desenvolve distensão abdominal moderada e refere dor abdominal, um episódio de vômito e náuseas. Ao exame, afebril; abdome distendido; percussão com sons timpânicos; sem dor à descompressão súbita; ruídos hidroaéreos diminuídos. RX do abdome mostra alças intestinais dilatadas (decúbito dorsal) e presença de ar livre na cavidade (ortostático). O melhor raciocínio diagnóstico para esta paciente será:
Alternativas
A) Imediata TC de abdome e considerar laparotomia exploradora (perfuração de alça intestinal).
B) Considerar diagnóstico de íleo paralítico, dieta zero, reposição intravenosa de líquidos e eletrólitos, rigorosa monitorização da bioquímica sérica, sonda nasogástrica para drenar conteúdo gástrico em caso de persistência de vômitos.
C) Diagnóstico de peritonite, pois existem sinais de irritação peritoneal e presença de ar livre na cavidade (ruptura ou perfuração de alça intestinal).
D) Obstrução do cólon ou abcesso pélvico.
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