Icterícia Neonatal: Manejo no Aleitamento Materno

Universidade de Taubaté - UNITAU — Prova 2025

Enunciado

R.D.S., 24 anos, primigesta, caixa de supermercado, foi na USF pois descobriu a gestação no 5° mês e foi encaminhada para a Casa de Saúde Stella Maris. Lá, a via de parto foi cesárea, pois não teve dilatação (sic); recém-nascido nasceu de 39 semanas, AIG (adequado para a idade gestacional), sexo feminino, peso: 3270g, Comprimento: 48cm, PC: 34cm e Apgar 9 e 10. Seu nome é Maria Clara. Após os cuidados iniciais, o binômio foi encaminhado ao alojamento conjunto. Recebeu orientações da pediatra e da equipe de enfermagem sobre aleitamento materno e recebeu alta após 48h, pesando 3080g. Mãe retorna na consulta no USF, queixando-se de mamilos muito doloridos e com fissuras. Maria Clara está com 15 dias de vida, pesando 3650g.Ao exame físico, Maria Clara apresenta-se com bom tônus, reflexos primitivos presentes, icterícia zona II de Kramer. O médico do Pronto Atendimento solicitou exames de Maria Clara que evidenciaram Tipagem sanguínea O, fator RH+, hemograma normal com Hematócrito=50%, reticulócitos=0,4%, bilirrubina total=7,1mg/dl, bilirrubina indireta=6,9 mg/dl, Coombs direto negativo. Qual seria a conduta adequada?

Alternativas

  1. A) Investigação da origem da icterícia através de exames de TORCHES e G6PD.
  2. B) Orientar interrupção do aleitamento devido a hipotese de icterícia do leite materno.
  3. C) Internação para fototerapia.
  4. D) Orientar diminuição dos intervalos de amamentação para melhor eliminação do mecônio e assim acompanhar a icterícia fisiológica.

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