Icterícia Neonatal: Cefalohematoma e Diagnóstico Diferencial

UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2017

Enunciado

Recém-nascido filho de mãe primigesta, previamente hígida, com diabetes gestacional, nasce com 38 semanas de idade gestacional, pesando 4.500 gramas, de parto vaginal, com uso de fórceps. A mãe possui tipo sanguíneo “O” Rh negativo e as sorologias realizadas no pré-natal eram negativas para HIV, sífilis, hepatite B e toxoplasmose. A tipagem sanguínea do bebê era “O”, Rh positivo. Com 30 horas de vida, o recém-nascido encontra-se em bom estado geral, hidratado, corado, ictérico até zona 4 de Kramer. Ao exame físico, apresenta extenso edema mole de couro cabeludo, delimitado pelas suturas do osso parietal esquerdo, fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito e baço impalpável, sem outras alterações. O pediatra que está atendendo o bebê decide solicitar exames complementares do recém-nascido para esclarecer o diagnóstico da icterícia. Corresponde aos resultados esperados nesse caso predomínio de bilirrubina:

Alternativas

  1. A) direta, teste de Coombs direto positivo e reticulocitose.
  2. B) indireta, teste de Coombs direto negativo e contagem de reticulócitos normal.
  3. C) indireta, teste de Coombs indireto positivo e reticulocitose.
  4. D) indireta, teste de Coombs indireto negativo e reticulocitose.
  5. E) direta, teste de Coombs direto negativo e contagem de reticulócitos normal

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