Homem de 75 anos portador de miocardiopatia dilatada idiopática e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 32%. Teve piora recente da Classificação Funcional da New York Heart Association (NYHA) de II para III. Em uso de carvedilol 6,25 mg 12/12 horas, enalapril 5 mg 12/12 horas e espironolactona 25 mg/dia. Mantendo frequência cardíaca de 90 bpm e pressão arterial de 150x90 mmHg, ureia de 40 mg/dL, creatinina de 1,1 mg/dL e potássio de 4,1 mEq/L. Qual a melhor conduta para controle da doença nesse momento?
Alternativas
A) Associar terapia com digoxina, pois ela diminui sintomas, internação e mortalidade em paciente com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER).
B) Trocar o inibidor da enzima conversora da angiotensina pela combinação de hidralazina com dinitrato de isossorbida devido a hipercalemia e função renal.
C) Suspender a espironolactona, pois ela não reduz a mortalidade em pacientes com sintomas de ICFER em classes III a IV da NYHA.
D) Ajustar as doses do enalapril e do carvedilol até a dose máxima tolerada visando o ajuste pressórico e o ajuste da frequência cardíaca.
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