IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2025
Entre as indicações para o uso de ibuprofeno em pediatria, aquela respaldada por sua ação farmacológica é:
Ibuprofeno pediátrico → antipirético e analgésico por inibição da ciclo-oxigenase (COX).
O ibuprofeno é um anti-inflamatório não esteroide (AINE) que atua inibindo a ciclo-oxigenase (COX), enzima responsável pela síntese de prostaglandinas. As prostaglandinas desempenham um papel central na mediação da febre, dor e inflamação. Portanto, sua principal indicação em pediatria é a redução da febre e o alívio da dor leve a moderada, independentemente da etiologia (viral ou bacteriana).
O ibuprofeno é um dos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) mais utilizados em pediatria, amplamente reconhecido por suas propriedades antipiréticas, analgésicas e anti-inflamatórias. Sua relevância na prática clínica pediátrica é inegável, sendo uma ferramenta importante no manejo sintomático de diversas condições comuns na infância. É crucial que estudantes e profissionais de medicina compreendam seu mecanismo de ação e indicações corretas para um uso seguro e eficaz. Farmacologicamente, o ibuprofeno exerce seus efeitos ao inibir a atividade das enzimas ciclo-oxigenase (COX-1 e COX-2). A COX é responsável pela conversão do ácido araquidônico em prostaglandinas, tromboxanos e leucotrienos, que são mediadores-chave da inflamação, dor e febre. Ao bloquear a síntese de prostaglandinas, o ibuprofeno reduz a resposta inflamatória, diminui a sensibilização dos nociceptores e atua no centro termorregulador hipotalâmico, promovendo a queda da temperatura corporal. Sua ação é, portanto, sintomática, não tratando a causa subjacente da doença. As principais indicações do ibuprofeno em pediatria incluem a redução da febre em quadros infecciosos (virais ou bacterianos), o alívio da dor leve a moderada (cefaleias, dores musculares, dores de garganta, otalgias, dores dentárias) e o manejo de condições inflamatórias, como a artrite idiopática juvenil. A dosagem deve ser ajustada ao peso da criança e a duração do tratamento deve ser a menor possível para controlar os sintomas, a fim de minimizar os riscos de efeitos adversos, principalmente gastrointestinais e renais. A educação dos pais sobre o uso correto e a observação de sinais de alerta são fundamentais para a segurança do paciente pediátrico.
O ibuprofeno atua como um inibidor não seletivo das enzimas ciclo-oxigenase (COX-1 e COX-2). A inibição da COX impede a síntese de prostaglandinas, que são mediadores inflamatórios responsáveis pela elevação da temperatura corporal (febre) e pela sensibilização dos nociceptores (dor). Ao reduzir a produção de prostaglandinas, o ibuprofeno promove a diminuição da febre e o alívio da dor.
As principais indicações do ibuprofeno em crianças são a redução da febre (antipirético) e o alívio da dor leve a moderada (analgésico). Isso inclui dores associadas a resfriados, gripes, otites, faringites, dores de cabeça, dores musculares e dentárias, bem como condições inflamatórias como a artrite idiopática juvenil.
Os efeitos adversos mais comuns do ibuprofeno em pediatria estão relacionados ao trato gastrointestinal, como dor abdominal, náuseas, vômitos e diarreia. Outros efeitos incluem reações de hipersensibilidade, como erupções cutâneas, e, mais raramente, efeitos renais (insuficiência renal aguda) ou hepáticos, especialmente com uso prolongado ou em doses elevadas.
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