CHN - Complexo Hospitalar de Niterói (RJ) — Prova 2021
O fármaco de escolha para o tratamento das lesões por papilomavírus na gestante é:
HPV na gestante → tratamento de escolha para condilomas é Ácido Tricloroacético (ATA) 80-90%, seguro e eficaz.
O ácido tricloroacético (ATA) a 80-90% é o tratamento de escolha para condilomas acuminados em gestantes devido à sua segurança e eficácia. Outros agentes como podofilina e podofilotoxina são contraindicados na gravidez devido ao risco de toxicidade fetal e materna.
O Papilomavírus Humano (HPV) é a infecção sexualmente transmissível mais comum, e suas manifestações, como os condilomas acuminados (verrugas genitais), podem ocorrer ou se exacerbar durante a gestação devido às alterações imunológicas e hormonais. O manejo do HPV na gestante é crucial para prevenir a transmissão vertical para o recém-nascido e para o conforto materno. A escolha do tratamento para lesões por HPV em gestantes deve considerar a segurança fetal e materna. Muitos agentes tópicos comumente usados fora da gravidez são contraindicados devido ao risco de teratogenicidade ou toxicidade sistêmica. O ácido tricloroacético (ATA) a 80-90% é o fármaco de escolha para o tratamento tópico de condilomas acuminados em gestantes. É um agente cáustico que promove a necrose das lesões, sendo considerado seguro para uso na gravidez, pois sua absorção sistêmica é mínima. Agentes como podofilina, podofilotoxina e imiquimode são contraindicados. Outras opções incluem métodos ablativos como crioterapia, excisão cirúrgica ou eletrocauterização, que podem ser empregados dependendo do tamanho, número e localização das lesões. O objetivo é reduzir a carga viral e o risco de transmissão vertical, além de aliviar os sintomas maternos.
O tratamento de primeira linha para condilomas acuminados em gestantes é o ácido tricloroacético (ATA) a 80-90%, aplicado topicamente por um profissional de saúde.
A podofilina e a podofilotoxina são contraindicadas na gravidez devido ao seu potencial teratogênico e risco de toxicidade sistêmica para a mãe e o feto, incluindo mielossupressão e neuropatia.
Além do ATA, outras opções seguras na gestação incluem a excisão cirúrgica, eletrocauterização ou crioterapia, especialmente para lesões maiores ou que não respondem ao tratamento tópico.
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