HMTJ - Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (MG) — Prova 2020
A produção de ADH (hormônio anti-diurético) é estimulada por, exceto:
ADH é estimulado por ↑ osmolalidade e ↓ volume. Baixa concentração de sódio plasmático (hiponatremia) INIBE ADH.
O hormônio antidiurético (ADH), ou vasopressina, é um regulador crucial do balanço hídrico e da osmolalidade corporal. Sua liberação é primariamente estimulada por um aumento na osmolalidade plasmática (detectado por osmorreceptores hipotalâmicos) e por uma diminuição no volume sanguíneo (detectado por barorreceptores). A baixa concentração de sódio plasmático (hiponatremia) e, consequentemente, a baixa osmolalidade, são potentes inibidores da liberação de ADH.
O hormônio antidiurético (ADH), também conhecido como vasopressina, é um peptídeo produzido no hipotálamo e liberado pela neuro-hipófise. Sua principal função é regular o balanço hídrico e a osmolalidade plasmática, atuando nos túbulos coletores renais para aumentar a reabsorção de água. Compreender seus estímulos e inibidores é fundamental para o diagnóstico e manejo de distúrbios do sódio e da água, como a síndrome de secreção inapropriada de ADH (SIADH) e o diabetes insipidus. Os principais estímulos para a liberação de ADH são o aumento da osmolalidade plasmática (detectado por osmorreceptores no hipotálamo) e a diminuição do volume sanguíneo efetivo (detectado por barorreceptores no arco aórtico, seio carotídeo e átrios). Outros estímulos incluem estresse, dor, náuseas, hipoglicemia e alguns fármacos. O ADH atua aumentando a permeabilidade à água dos túbulos coletores renais, resultando em urina mais concentrada e retenção de água. Por outro lado, a liberação de ADH é inibida por uma baixa osmolalidade plasmática e um aumento do volume sanguíneo. A baixa concentração de sódio plasmático (hiponatremia) é um potente inibidor do ADH, pois o corpo tenta excretar o excesso de água para corrigir a diluição. Portanto, a alternativa 'baixa concentração de sódio plasmático' é o 'exceto' na lista de estímulos para a produção de ADH.
Os dois principais estímulos fisiológicos são o aumento da osmolalidade plasmática (hipernatremia) e a diminuição do volume sanguíneo (hipovolemia ou hipotensão). Outros estímulos incluem dor, estresse, náuseas, hipoglicemia e alguns medicamentos.
Osmorreceptores no hipotálamo detectam mudanças na osmolalidade plasmática. Um aumento na osmolalidade (plasma mais concentrado) estimula a liberação de ADH para promover a reabsorção de água nos rins e diluir o plasma. Uma diminuição na osmolalidade inibe o ADH.
A hiponatremia geralmente está associada a uma baixa osmolalidade plasmática. Para corrigir essa diluição, o corpo inibe a liberação de ADH, permitindo que os rins excretem mais água livre (sem sódio), o que ajuda a aumentar a concentração de sódio no plasma.
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