Asma: Manejo Ambulatorial Pós-Exacerbação e Controle

Universidade de Ribeirão Preto — Prova 2025

Enunciado

Homem, 28 anos, procura atendimento no pronto-socorro por dispneia progressiva há 2 dias, associada à sibilância e tosse seca. Relata diagnóstico de asma desde a adolescência, com crises esporádicas controladas com salbutamol inalatório. Refere que, há 3 semanas, teve sintomas gripais e piora do controle dos sintomas asmáticos desde então. Ao exame físico, apresenta-se afebril, com frequência respiratória de 26 irpm, saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente e sibilos difusos bilaterais. Foi iniciado tratamento com nebulização de beta-agonista de curta duração e corticoide sistêmico por 7 dias. Após melhora parcial do quadro, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta para o manejo ambulatorial.

Alternativas

  1. A) Manter apenas o salbutamol inalatório como terapia de resgate e aguardar revisão em 1 semana.
  2. B) Iniciar corticoide inalatório associado a um beta-agonista de longa duração e orientar revisão médica em 4 semanas.
  3. C) Indicar imunoterapia específica, visto que asma desencadeada por infecções virais tem maior gravidade.
  4. D) Solicitar teste de função pulmonar para confirmar o diagnóstico de asma antes de qualquer intervenção adicional.
  5. E) Prolongar o uso contínuo de corticoide oral por 10 dias e manter salbutamol como único tratamento de manutenção.

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