HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2026
Em relação aos cuidados no ciclo gravídico-puerperal de mulheres portadoras de HIV, é incorreto afirmar que:
Gestantes HIV+ devem receber vacinas para Haemophilus, Pneumococo e Meningococo, independente da idade.
O manejo da gestante HIV+ exige atenção vacinal rigorosa e profilaxia de infecções oportunistas, como a tuberculose latente, dependendo da contagem de CD4.
O cuidado da gestante vivendo com HIV foca na redução da transmissão vertical e na manutenção da saúde materna. Isso inclui o início imediato da Terapia Antirretroviral (TARV) e o monitoramento rigoroso de carga viral e CD4. A imunização é um pilar fundamental, pois essas mulheres têm maior risco de infecções graves. Diferente da população geral, a vacina contra Haemophilus influenzae tipo b é indicada para adultos com HIV devido ao risco aumentado de doença invasiva. O rastreio de coinfecções, como sífilis, hepatites e tuberculose, deve ser exaustivo, garantindo o tratamento adequado para proteger o binômio mãe-filho.
Além das vacinas de rotina (DTPA, Hepatite B, Influenza), recomendam-se vacinas contra Hepatite A (se susceptível), Pneumococo, Meningococo e Haemophilus influenzae tipo b, devido ao maior risco de infecções invasivas.
Em pacientes com CD4 < 350 ou contatos de bacilíferos, utiliza-se Isoniazida por 6 a 9 meses, associada à Piridoxina (Vitamina B6) para prevenir neuropatia periférica induzida pelo medicamento.
Vacinas de vírus ou bactérias vivos atenuados, como Tríplice Viral (SCR), Varicela e Febre Amarela, são geralmente contraindicadas, sendo a Febre Amarela avaliada apenas em situações de alto risco epidemiológico.
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