HIV na Gestação: Condução do Parto Vaginal com Carga Viral Indetectável

FJG - Fundação João Goulart / SMS Rio de Janeiro — Prova 2018

Enunciado

Em gestações de pacientes sabidamente soropositivas para HIV, as intervenções realizadas adequadamente durante o pré-natal, o parto e a amamentação, reduzem o risco de transmissão vertical do vírus para menos de 2%. No entanto, sem o adequado planejamento e seguimento esse risco é de 15% a 45%. A melhor condução do parto vaginal da gestante soropositiva com carga viral indetectável é:

Alternativas

  1. A) iniciar A ZT venoso até o parto, realizar a ordenha e o clampeamento do cordão umbilical quando parar de pulsar
  2. B) iniciar A ZT venoso até o clampeamento do cordão umibilical, evitar o parto instrumental e evitar a amniotomia
  3. C) iniciar o A ZT venoso do momento da internação até 4h de trabalho de parto
  4. D) iniciar o A ZT venoso até o clampeamento do cordão umbilical, realizar toques vaginais a cada hora, realizar amniotomia e episiotomia para abreviar a duração do trabalho de parto

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