CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2010
O corte histológico típico da glândula lacrimal apresenta:
Glândula lacrimal = Ácinos serosos + Células mioepiteliais (exócrina tubuloacinosa).
A glândula lacrimal é uma glândula exócrina composta por ácinos serosos cujas células possuem vesículas secretoras, organizadas em lobos e lóbulos.
A glândula lacrimal principal situa-se na fossa lacrimal do osso frontal e é dividida pelo tendão do músculo levantador da pálpebra superior em lobos orbital e palpebral. Histologicamente, ela se assemelha à glândula parótida, mas diferencia-se pela presença de pequenos ductos intralobulares e pela ausência de ductos estriados bem definidos. A regulação da secreção é complexa, envolvendo inervação parassimpática (via nervo facial), simpática e sensorial (via nervo trigêmeo), formando o arco reflexo lacrimal. Alterações na histologia glandular, como infiltração linfocitária, são a base patológica de doenças como a Síndrome de Sjögren.
A glândula lacrimal é uma glândula exócrina do tipo tubuloacinosa composta que produz uma secreção predominantemente serosa (aquosa). Esta secreção contém água, eletrólitos, lisozima, lactoferrina e IgA, sendo fundamental para a proteção e lubrificação da superfície ocular.
As células mioepiteliais localizam-se entre a lâmina basal e as células acinares. Sua função é estritamente contrátil; ao receberem estímulo nervoso, elas se contraem para comprimir os ácinos e facilitar a expulsão do fluido lacrimal para dentro dos ductos excretores.
O parênquima é dividido em lobos e lóbulos por septos de tecido conjuntivo. Cada lóbulo contém numerosos ácinos formados por células colunares ou cuboides ricas em vesículas secretoras (grânulos de zimogênio) no seu ápice, voltadas para um lúmen central.
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