Fundhacre - Fundação Hospital Estadual do Acre — Prova 2020
Paciente feminina com 65 anos apresenta fadiga, intolerância ao frio, ganho de peso, depressão, menorragia, rouquidão, pele seca e áspera, bradicardia e reflexos tendinosos profundos lentos. Assinale as mais prováveis alterações laboratoriais encontradas:
Hipotireoidismo primário = TSH ↑ e T4 ↓. Sintomas clássicos: fadiga, intolerância ao frio, ganho de peso.
O quadro clínico descrito é clássico de hipotireoidismo primário, uma condição onde a tireoide não produz hormônios tireoidianos suficientes. Nesses casos, a hipófise aumenta a produção de TSH na tentativa de estimular a tireoide, resultando em TSH elevado e T4 livre baixo.
O hipotireoidismo é uma condição endócrina comum, especialmente em mulheres idosas, caracterizada pela produção insuficiente de hormônios tireoidianos pela glândula tireoide. O quadro clínico é insidioso e pode mimetizar outras doenças, tornando o diagnóstico desafiador. A compreensão dos sintomas e da fisiopatologia é crucial para o reconhecimento precoce e manejo adequado. Os sintomas do hipotireoidismo são variados e resultam da lentificação generalizada do metabolismo. Incluem fadiga, ganho de peso inexplicável, intolerância ao frio, constipação, pele seca e áspera, queda de cabelo, rouquidão, bradicardia, reflexos tendinosos profundos lentos (fase de relaxamento prolongada), e alterações menstruais como menorragia. A depressão e a diminuição da concentração também são manifestações comuns. O diagnóstico laboratorial do hipotireoidismo primário, a forma mais comum, é feito pela dosagem de TSH (hormônio tireoestimulante) elevado e T4 livre (tiroxina livre) diminuído. O TSH é o marcador mais sensível, pois a hipófise aumenta sua produção na tentativa de estimular a tireoide deficiente. O tratamento consiste na reposição hormonal com levotiroxina, ajustando a dose para normalizar os níveis de TSH e aliviar os sintomas.
Os sintomas incluem fadiga, ganho de peso, intolerância ao frio, constipação, pele seca, rouquidão, bradicardia, depressão e reflexos tendinosos profundos lentos.
O diagnóstico é confirmado pela dosagem de TSH (hormônio tireoestimulante) elevado e T4 livre (tiroxina livre) diminuído. O TSH é o marcador mais sensível para rastreamento.
No hipotireoidismo primário, a falha está na própria glândula tireoide, levando a TSH alto e T4 baixo. No secundário (central), a falha é na hipófise ou hipotálamo, resultando em TSH baixo ou normal e T4 baixo.
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