Hipotermia no Trauma: Manejo e Riscos Cardíacos

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2018

Enunciado

Um motociclista de 28 anos, alcoolizado, colidiu com uma árvore a cerca de 70 km/hora. Estava de capacete. Era um dia de inverno, chovia e a temperatura era baixa (cerca de 7 °C). No hospital, a via aérea está pérvia e o murmúrio vesicular normal bilateralmente. Pulso: 90 bpm, PA: 115 × 70 mmHg. Glasgow: 13. Temperatura retal e esofágica: 34 °C. FAST (Focused Assessment With Sonography for Trauma): positivo. Exames laboratoriais: glicemia: 300 mg/dL, plaquetas: 280.000/mm3 (150.000 a 450.000/mm³) e TTPA alargado. A tomografia de abdome mostrou lesão esplênica grau II. Próximo passo mais adequado:

Alternativas

  1. A) Aquecimento e monitorização cardíaca, pelo risco de fibrilação ventricular.
  2. B) Bypass cardiopulmonar para reaquecimento central.
  3. C) Insulina por via venosa.
  4. D) Transfusão de 10 U ou uma aférese de plaquetas.
  5. E) Laparotomia exploradora e esplenectomia.

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