Diabetes em Idosos: Manejo da Hipoglicemia Noturna

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Homem de 75 anos, apresenta diabetes há 20 anos, teve infarto agudo do miocárdio há nove anos e está em tratamento em uma UBS há seis meses. Ele relata saudades da esposa, falecida há oito meses, ter pouco apetite e, às vezes, acordar de madrugada com palpitação e dor de cabeça. Faz uso regular de metformina, 850 mg três vezes/dia, e glibenclamida, 5 mg duas vezes/dia. Seus últimos exames revelam: glicose = 228 mg/dL e hemoglobina glicada = 7,4%. Considerando esses dados, a conduta mais adequada para esse paciente deve consistir em:

Alternativas

  1. A) Encaminhar para a psicologia avaliar o luto, orientar quanto ao autocuidado como prevenção de hipoglicemia e adicionar um terceiro hipoglicemiante.
  2. B) Iniciar aspirina, sinvastatina e terapia com insulinação plena para alcançar a meta da hemoglobina glicada e controle das comorbidades.
  3. C) Aumentar a dose da sulfonilureia para melhor controle da glicemia de jejum e iniciar betabloqueador para controle da palpitação e cefaleia.
  4. D) Orientá-lo sobre o horário das refeições e a inclusão de uma ceia noturna antes de deitar e evitar o uso de bebidas alcoólicas.

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