Visão Laser - Centro Oftalmológico (SP) — Prova 2020
Das alternativas abaixo, qual é a que não apresenta sinais clínicos usualmente associados à hipoglicemia neonatal?
Hipoglicemia neonatal → sintomas neurológicos (tremores, letargia, convulsões) e inespecíficos (recusa alimentar, hipotonia); febre alta NÃO é típica.
A hipoglicemia neonatal pode se manifestar com uma ampla gama de sintomas, muitos deles inespecíficos, como letargia, tremores, irritabilidade, hipotonia, recusa alimentar e até convulsões. Febre alta e sudorese excessiva não são sinais típicos de hipoglicemia em recém-nascidos, sugerindo outras condições.
A hipoglicemia neonatal é uma condição metabólica comum e potencialmente grave em recém-nascidos, definida por níveis de glicose plasmática abaixo de um determinado limiar (geralmente < 40-50 mg/dL, dependendo da idade e fatores de risco). É crucial reconhecê-la precocemente devido ao risco de lesão cerebral permanente. Os sinais clínicos da hipoglicemia neonatal são frequentemente inespecíficos e podem variar de sintomas leves a graves. Incluem irritabilidade, tremores, letargia, hipotonia, recusa alimentar, apneia, cianose, hipotermia e, em casos mais severos, convulsões. É importante notar que febre alta e sudorese excessiva não são sintomas típicos dessa condição em neonatos. O manejo envolve a identificação dos fatores de risco, monitoramento da glicemia e intervenção rápida com alimentação enteral ou, se necessário, glicose intravenosa. A prevenção é fundamental, especialmente em grupos de risco, através de alimentação precoce e monitoramento glicêmico.
Os sinais mais comuns incluem tremores, letargia, irritabilidade, hipotonia, recusa alimentar, apneia, cianose, hipotermia e, em casos graves, convulsões. Muitos são inespecíficos e exigem alta suspeição.
Recém-nascidos de mães diabéticas, prematuros, pequenos para a idade gestacional (PIG), grandes para a idade gestacional (GIG), com asfixia perinatal ou sepse têm maior risco de hipoglicemia.
O diagnóstico é feito pela dosagem da glicemia capilar ou venosa. O tratamento envolve a alimentação precoce e frequente, e em casos mais graves, a administração de glicose intravenosa para estabilizar os níveis.
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