Hipertensão Pulmonar Tromboembólica Crônica: Diagnóstico

PSU-MG - Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais — Prova 2021

Enunciado

Mulher de 41 anos queixa-se de dispneia ao andar menos de 2 quarteirões no plano e ao varrer a casa, há 5 meses. Teve tromboembolismo pulmonar no puerpério há 6 meses e está em uso de apixabana desde então. Desconhece outras comorbidades e nega o uso de outros medicamentos. Ao exame, PA 120/76mmHg, FR 1 Sipm, SpO2 93% (em ar ambiente). O exame respiratório é normal. O ictus cordis é palpado no 4° EIC na linha hemiclavicular (LHC) esquerda, possui extensão e duração normais. Palpa-se movimento na região paraesternal esquerda inferior. A segunda bulha apresenta desdobramento contínuo, mais amplo à inspiração, audível ao longo da borda paraesternal esquerda e no ápice, com hiperfonese do segundo componente. Ausculta-se sopro sistólico inicial, que abafa a primeira bulha, suave, na borda paraesternal esquerda, com acentuação inspiratória. Considerando a causa MAIS provável, a propedêutica MAIS BEM INDICADA para a pesquisa da etiologia neste caso é:

Alternativas

  1. A) Cateterismo do coração direito
  2. B) Cintilografia de ventilação e perfusão pulmonar
  3. C) Espirometria com prova broncodilatadora
  4. D) Tomografia computadorizada do tórax

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