Hipertensão Pulmonar em Esclerose Sistêmica: Diagnóstico

Claretiano - Centro Universitário — Prova 2023

Enunciado

Mulher de 57 anos é avaliada por uma história de 4 meses de dispneia de esforço progressiva, dor torácica e palpitações ocasionais. Ela tem esclerose sistêmica cutânea limitada com fenômeno de Raynaud e doença do refluxo gastroesofágico, em uso de omeprazol e diltiazem. Ao exame físico: pressão arterial: 107 x 74 mmHg; frequência cardíaca: 90 bpm; oximetria de pulso com saturação de oxigênio normal; achados cutâneos característicos de esclerose sistêmica limitada; novos achados cardíacos incluem distensão venosa jugular, desdobramento persistente de segunda bulha (B2) e sopro sistólico 2+/6 na borda esternal inferior esquerda, que aumenta com a inspiração; pulmões estão normais. Eletrocardiograma sem alteração relevante. A radiografia de tórax é normal. O ecocardiograma realizado há 12 meses foi normal. Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame complementar de maior poder diagnóstico é

Alternativas

  1. A) ECG de esforço (ergométrico).
  2. B) ecocardiografia.
  3. C) teste de função pulmonar.
  4. D) tomografia de tórax de alta resolução.
  5. E) angiotomografia de tórax.

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