Hipertensão Perioperatória: Manejo e Riscos Cirúrgicos

HMAR - Hospital Memorial Arthur Ramos (AL) — Prova 2018

Enunciado

Na hipertensão leve ou moderada, em que não há alterações metabólicas ou cardiovasculares associadas, não há evidências de que seja benéfico retardar a operação. Sendo CORRETO, apenas, que de forma geral,

Alternativas

  1. A) a hipertensão estágio 2 com pressão arterial sistólica >200 mmHg e diastólica > 110 mmHg deve ser controlada antes da cirurgia. A estratégia perioperatória, em geral, deve ser manter a pressão arterial dentro de 20% dos valores pré-operatórios (desde que este valor não esteja muito descontrolado), o que reflete uma flexibilidade no controle - não necessariamente para níveis ditos normais. Isto pode reduzir a ocorrência das urgências hipertensivas no período perioperatório.
  2. B) a hipertensão estágio 2 com pressão arterial sistólica > 180 mmHg e diastólica > 120 mmHg deve ser controlada antes da cirurgia. A estratégia perioperatória, em geral, deve ser manter a pressão arterial dentro de 20% dos valores pré-operatórios (desde que este valor não esteja muito descontrolado), o que reflete uma flexibilidade no controle - não necessariamente para níveis ditos normais. Isto pode reduzir a ocorrência das urgências hipertensivas no período perioperatório.
  3. C) a hipertensão estágio 2 com pressão arterial sistólica > 180 mmHg e diastólica > 110 mmHg não necessita de ser controlada antes da cirurgia. A estratégia perioperatória, em geral, deve ser manter a pressão arterial dentro de 20% dos valores pré-operatórios (desde que este valor não esteja muito descontrolado), o que reflete uma flexibilidade no controle - não necessariamente para níveis ditos normais. Isto pode reduzir a ocorrência das urgências hipertensivas no período perioperatório.
  4. D) a hipertensão estágio 2 com pressão arterial sistólica > 180 mmHg e diastólica > 110 mmHg deve ser controlada antes da cirurgia. A estratégia perioperatória, em geral, deve ser manter a pressão arterial dentro de 20% dos valores pré-operatórios (desde que este valor não esteja muito descontrolado), o que reflete uma flexibilidade no controle - não necessariamente para níveis ditos normais. Isto pode reduzir a ocorrência das urgências hipertensivas no período perioperatório.

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