UFRJ/HUCFF - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (RJ) — Prova 2024
Menino, 11 anos, é admitido por queixa de cefaleia de forte intensidade de início há 2 meses, em aperto, na região occipital. Há relato que a cefaleia vem aumentando progressivamente de frequência e que não melhora com analgésicos, podendo durar até mais de 6 horas, frequentemente de madrugada. Nega febre associada. No momento, apresenta vômitos e dificuldade de ficar de pé. Exame físico: atáxico e com dismetria; reflexos profundos e força muscular sem anormalidades; paralisia do sexto par craniano, bilateralmente; sem rigidez nuca; sinais de Kernig e Brudzinski negativos. Pode-se afirmar que o principal diagnóstico sindrômico e a mais provável causa da síndrome álgica são:
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