UNIATENAS - Centro Universitário Atenas (MG) — Prova 2023
A hipertensão Arterial Sistêmica é uma doença crônica definida por níveis pressóricos, em que os benefícios do tratamento (não medicamentoso e/ ou medicamentoso) superam os riscos. Trata-se de uma condição multifatorial, que depende de fatores genéticos, ambientais e sociais, caracterizada por elevação persistente da Pressão Arterial (PA). Nas unidades básicas de saúde é trabalho em equipe multidisciplinar colocando os quadros dos pacientes e conduzindo da melhor forma possível. Visto que cada profissional tem seu papel específico. Marque a alternativa correta referente às ações específicas do médico.
Médico na HAS: diagnóstico, estratificação de risco, condutas (farmaco/não-farmaco) e avaliação clínica ≥ 2x/ano.
O médico na atenção primária é o principal responsável pelo diagnóstico da HAS, estratificação do risco cardiovascular, prescrição de terapias farmacológicas e não farmacológicas, e pelo acompanhamento clínico regular, idealmente com frequência mínima de duas vezes ao ano para pacientes estáveis.
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma das doenças crônicas não transmissíveis mais prevalentes e um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais. Seu manejo adequado na Atenção Primária à Saúde (APS) é fundamental para reduzir a morbimortalidade associada. A abordagem da HAS é multidisciplinar, mas o médico desempenha um papel central. O papel do médico na APS abrange o diagnóstico preciso da HAS, utilizando medidas de pressão arterial adequadas e, se necessário, exames complementares como MAPA ou MRPA. A estratificação de risco cardiovascular é essencial para individualizar o tratamento, considerando a presença de lesões em órgãos-alvo, comorbidades e outros fatores de risco. As condutas terapêuticas incluem orientações sobre medidas não farmacológicas (mudanças no estilo de vida) e a prescrição de medicamentos anti-hipertensivos, quando indicados. O acompanhamento clínico regular, com avaliações periódicas (pelo menos duas vezes ao ano para pacientes estáveis), é crucial para monitorar a adesão, ajustar a terapia e identificar complicações.
A estratificação de risco é crucial para guiar a intensidade do tratamento e a frequência do acompanhamento, identificando pacientes com maior risco de eventos cardiovasculares e direcionando intervenções mais agressivas.
Incluem mudanças no estilo de vida como dieta DASH, redução do consumo de sódio, prática regular de atividade física, cessação do tabagismo, moderação no consumo de álcool e controle do peso.
Pacientes com HAS devem ser avaliados clinicamente pelo menos duas vezes ao ano, ou mais frequentemente se houver descontrole pressórico, comorbidades ou necessidade de ajuste terapêutico.
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