Fundhacre - Fundação Hospital Estadual do Acre — Prova 2015
Para um médico de família é fundamental ter conhecimento sobre abordagem da hipertensão arterial sistêmica em seus pacientes. Sobre este assunto é CORRETO afirmar que:
HAS: Mudança estilo de vida é pilar fundamental, podendo ser tratamento inicial em alguns casos.
A modificação do estilo de vida, incluindo dieta saudável, atividade física regular e cessação do tabagismo, é a pedra angular no manejo da hipertensão arterial sistêmica. Em pacientes com hipertensão estágio 1 e baixo risco cardiovascular, pode ser a conduta inicial antes da farmacoterapia.
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição crônica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial, sendo um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais. Sua prevalência é alta na população adulta, e o manejo adequado é crucial para prevenir complicações. A abordagem da HAS envolve tanto medidas não farmacológicas quanto farmacológicas. As mudanças no estilo de vida são a base do tratamento e prevenção, incluindo dieta hipossódica (como a dieta DASH), prática regular de atividade física, manutenção de peso saudável, cessação do tabagismo e moderação no consumo de álcool. Essas medidas podem reduzir significativamente a pressão arterial e, em alguns casos de HAS estágio 1 com baixo risco, podem ser a terapia inicial exclusiva. O tratamento farmacológico é indicado quando as mudanças no estilo de vida não são suficientes ou em pacientes com HAS estágio 2, alto risco cardiovascular ou lesão de órgão-alvo. A escolha da medicação depende das comorbidades do paciente. O acompanhamento deve ser regular, geralmente a cada 3-6 meses para pacientes controlados, para garantir a adesão e o controle pressórico.
As principais mudanças incluem dieta DASH, redução do sódio, atividade física regular, manutenção de peso saudável, moderação no consumo de álcool e cessação do tabagismo.
Pode ser o tratamento inicial para pacientes com hipertensão estágio 1 (PA 130-139/80-89 mmHg) e baixo risco cardiovascular, antes de considerar a farmacoterapia.
Pacientes com nível pressórico controlado geralmente necessitam de consultas a cada 3 a 6 meses, e não anuais, para monitoramento e ajuste se necessário.
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