SISE-SUS/TO - Sistema de Saúde do Tocantins — Prova 2015
Solicita-se na primeira consulta e anualmente, os seguintes exames na presença de hipertensão não complicada:
Hipertensão não complicada: Rastreio anual inclui glicemia, lipídios, creatinina, potássio, urina, microalbuminúria, ECG, fundo de olho.
O rastreamento anual em pacientes com hipertensão não complicada visa identificar precocemente lesões em órgãos-alvo e comorbidades associadas, permitindo ajustes terapêuticos e melhorando o prognóstico a longo prazo.
O acompanhamento de pacientes com hipertensão arterial sistêmica (HAS) não complicada envolve a solicitação de exames anuais para rastrear lesões em órgãos-alvo e comorbidades associadas. Essa abordagem proativa permite um manejo mais individualizado da doença e a prevenção de complicações cardiovasculares, renais e cerebrovasculares graves a longo prazo. Os exames laboratoriais essenciais incluem glicemia de jejum e lipidograma para avaliar o risco metabólico e dislipidemia, creatinina sérica para monitorar a função renal, potássio sérico (especialmente em uso de diuréticos ou inibidores do sistema renina-angiotensina), e exame qualitativo de urina com pesquisa de microalbuminúria em amostra isolada para detecção precoce de nefropatia hipertensiva. Além dos exames laboratoriais, o eletrocardiograma (ECG) em repouso é fundamental para avaliar hipertrofia ventricular esquerda e outras alterações cardíacas relacionadas à HAS. O exame de fundo de olho é crucial para identificar retinopatia hipertensiva, que indica o grau de comprometimento vascular sistêmico e a necessidade de intensificação do controle pressórico.
Os exames laboratoriais essenciais incluem glicemia de jejum, lipidograma completo, creatinina sérica, potássio sérico, e exame qualitativo de urina com pesquisa de microalbuminúria em amostra isolada.
A microalbuminúria é um marcador precoce de lesão renal e de risco cardiovascular aumentado em pacientes hipertensos. Sua detecção permite intervenções para proteger a função renal e reduzir o risco de eventos cardiovasculares.
O exame de fundo de olho permite avaliar a retinopatia hipertensiva, que reflete o grau de comprometimento vascular sistêmico causado pela hipertensão. É um indicador importante de lesão em órgão-alvo e risco de complicações.
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