INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2022
Uma mulher previamente hígida, de 72 anos, compareceu a unidade básica de saúde, apresentando pressão arterial (PA) de 162 × 90 mmHg, já confirmada em outras duas medidas. Não apresentava sintomas nem comorbidades.A melhor opção terapêutica e a meta de PA para essa paciente são, respectivamente
Idoso > 60 anos, PA 162x90 mmHg, sem comorbidades → Tiazídico, meta PA < 150x90 mmHg.
Em pacientes idosos (>60 anos) sem comorbidades, as diretrizes atuais recomendam uma meta de pressão arterial sistólica mais flexível, geralmente abaixo de 150 mmHg, para evitar hipotensão ortostática e eventos adversos. Os diuréticos tiazídicos são frequentemente a primeira linha de tratamento devido à sua eficácia e bom perfil de segurança nessa população.
O manejo da hipertensão arterial em idosos requer considerações especiais devido às alterações fisiológicas do envelhecimento e à maior suscetibilidade a efeitos adversos dos medicamentos. As diretrizes atuais preconizam metas de pressão arterial mais flexíveis para essa população, geralmente < 150/90 mmHg para pacientes hígidos acima de 60 anos, para evitar o risco de hipotensão ortostática, quedas e hipoperfusão de órgãos. Os diuréticos tiazídicos são frequentemente a primeira linha de tratamento, sendo eficazes e bem tolerados. É crucial que o residente saiba individualizar o tratamento, considerando o estado funcional do paciente, comorbidades e risco de polifarmácia, para otimizar o controle pressórico e a qualidade de vida.
Para idosos acima de 60 anos sem comorbidades, a meta de pressão arterial sistólica geralmente é < 150 mmHg e a diastólica < 90 mmHg, visando um controle eficaz sem aumentar o risco de eventos adversos como hipotensão ortostática.
Diuréticos tiazídicos são frequentemente a primeira escolha para o tratamento da hipertensão em idosos, especialmente na hipertensão sistólica isolada, devido à sua eficácia, baixo custo e bom perfil de segurança.
A meta de PA é mais flexível para idosos devido à maior prevalência de rigidez arterial, risco aumentado de hipotensão ortostática, quedas e eventos isquêmicos com reduções muito agressivas da pressão arterial, buscando um equilíbrio entre benefício e segurança.
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