Hipertensão Arterial: Otimizando o Tratamento Não Farmacológico

Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2022

Enunciado

Paciente do sexo masculino, 48 anos, sobrepeso, com dislipidemia, hipertensão primaria e diabetes, vem a consulta de rotina na unidade básica de saúde, com MRPA (Monitorização residencial de pressão arterial), com pressão média acima do traçado. Como meta no plano terapêutico, este paciente já faz uso de dois anti-hipertensivos, antes de instituir mudanças farmacológicas deve-se rever:

Alternativas

  1. A) diário alimentar do paciente, focando em alimentos ricos em fibras e baixo teor de sódio 2 gramas de sódio/diário (5 gramas de cloreto de sódio/diário), além da redução de açucares refinados.
  2. B) atividades físicas: focadas em atividades anaeróbicas, de 30 – 40 minutos, no mínimo três vezes por semana e atividades físicas de impacto, duas vezes por semana sem ou com supervisão profissional.
  3. C) não haverá grandes impactos na instituição de atividades física ou mudanças alimentares, então deverá instituir um terceiro anti-hipertensivo.
  4. D) para melhor adesão do paciente ao tratamento, deverá explicar as complicações a longo prazo das doenças que ele apresenta, e que estas podem ser controladas com a instituição de medicamentos e que isto é o suficiente para prevenir eventos catastróficos.
  5. E) a adesão a farmacologia atual, deverá ser revista, pedindo ao paciente explicar como está fazendo as medicações, sendo importante o entendimento do paciente em seguir as orientações sem opinar com as condutas farmacológicas instituídas.

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