FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2022
Os prolactinomas, tumores hipofisários produtores de prolactina (PRL), são os adenomas hipofisários mais frequentes. Em geral, surgem esporadicamente, mas podem se associar a síndromes genéticas, como neoplasia endócrina múltipla tipo 1 e adenoma hipofisário familiar isolado. Considerando as manifestações clínicas associadas aos prolactinomas, é CORRETO afirmar:
Hiperprolactinemia → inibe pulsatilidade GnRH → hipogonadismo hipogonadotrófico.
A elevação crônica da prolactina inibe a secreção pulsátil do GnRH hipotalâmico, resultando em supressão da liberação de LH e FSH pela hipófise e consequente hipogonadismo. Este mecanismo é central para as manifestações reprodutivas dos prolactinomas.
Os prolactinomas são os adenomas hipofisários mais comuns, caracterizados pela produção excessiva de prolactina (PRL). Sua importância clínica reside nas manifestações endócrinas e nos efeitos compressivos. A compreensão da fisiopatologia é crucial para o diagnóstico e manejo adequado, sendo um tema frequente em provas de residência. A hiperprolactinemia exerce seu efeito principal no eixo reprodutivo, inibindo a pulsatilidade do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) no hipotálamo. Essa inibição leva à redução da secreção de LH e FSH pela hipófise, resultando em hipogonadismo hipogonadotrófico. Clinicamente, isso se manifesta em mulheres como oligomenorreia, amenorreia, infertilidade e galactorreia, e em homens como diminuição da libido, disfunção erétil e infertilidade. O tratamento dos prolactinomas geralmente envolve agonistas dopaminérgicos, como a cabergolina ou bromocriptina, que reduzem os níveis de prolactina e o tamanho do tumor. A normalização dos níveis hormonais e a reversão do hipogonadismo são objetivos terapêuticos importantes para restaurar a função reprodutiva e prevenir complicações a longo prazo, como a osteopenia.
As manifestações incluem galactorreia, distúrbios menstruais (oligomenorreia, amenorreia), infertilidade em mulheres e disfunção erétil, diminuição da libido e infertilidade em homens, além de sintomas compressivos como cefaleia e distúrbios visuais.
A prolactina elevada inibe a secreção pulsátil do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) pelo hipotálamo, o que, por sua vez, diminui a liberação de LH e FSH pela hipófise, resultando em hipogonadismo hipogonadotrófico.
O hipogonadismo crônico pode levar à diminuição da densidade mineral óssea (osteopenia/osteoporose) em ambos os sexos, além de impactar negativamente a libido e a fertilidade.
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