Hiperprolactinemia: Diagnóstico Inicial e Investigação

AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul — Prova 2023

Enunciado

Paciente de 23 anos, gesta 2, para 2, veio na unidade básica de saúde com uma queixa de amenorreia secundária. Após ter um hCG sanguíneo negativo, o residente da ginecologia avaliou a paciente. O único aspecto relevante na história era uma cefaleia central, que não alterava as suas atividades diárias. A paciente negava uso de medicamentos. No exame físico, a avaliação sumária da visão sugeria uma redução da visão periférica. A palpação da tireoide era normal. As mamas apresentavam galactorreia bilateral espontânea. Na discussão do caso com a equipe, aventouse a possibilidade de hiperprolactinemia. Consideraram solicitar prolactina, FSH, LH, TSH, ressonância magnética da sela túrcica, a avaliação com oftalmologia e o teste da progesterona. Todavia, houve um debate sobre quais exames iniciais deveriam ser solicitados. A opção que segue uma investigação paulatina, baseada na hipótese diagnóstica considerada, deve iniciar com:

Alternativas

  1. A) A dosagem do TSH e da prolactina.
  2. B) A dosagem do TSH, prolactina, FSH e LH. Se normais, solicitar a ressonância magnética e a consultoria com a oftalmologia.
  3. C) O teste da progesterona. Se for negativo, dosar FSH, LH. Se forem normais, solicitar o TSH e a prolactina; se o TSH for normal e a prolactina acima de 100 ng/ml, solicitar a ressonância magnética. A consultoria com a oftalmologia deveria ser feita, caso a ressonância fosse normal.
  4. D) A dosagem de TSH. Se anormal, deve seguir com a dosagem da prolactina. Se a prolactina estiver entre 20 e 40 pg/ml, então, solicitar a ressonância magnética.

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