FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2020
NÃO faz parte das causas fisiológicas de hiperprolactinemia:
Hipertiroidismo NÃO é causa fisiológica de hiperprolactinemia; Hipotiroidismo, sim, por ↑TRH.
O hipertiroidismo não causa hiperprolactinemia; na verdade, o hipotiroidismo primário pode levar a níveis elevados de prolactina devido ao aumento da secreção de TRH (hormônio liberador de tireotrofina), que também estimula a liberação de prolactina.
A hiperprolactinemia é uma condição caracterizada por níveis elevados de prolactina no sangue, um hormônio produzido pela hipófise anterior. Pode ser classificada em causas fisiológicas e patológicas. As causas fisiológicas são respostas normais do corpo e incluem gestação, lactação (devido à estimulação dos mamilos), sono, estresse (físico ou emocional) e exercício físico. É crucial diferenciar essas condições de patologias para evitar investigações desnecessárias. Entre as causas patológicas, destacam-se os prolactinomas (adenomas hipofisários produtores de prolactina), o uso de certos medicamentos (como antipsicóticos, antidepressivos tricíclicos, metoclopramida), e o hipotiroidismo primário. No hipotiroidismo, a baixa concentração de hormônios tireoidianos leva ao aumento da secreção hipotalâmica de TRH (hormônio liberador de tireotrofina), que, além de estimular o TSH, também estimula a liberação de prolactina. É importante ressaltar que o hipertiroidismo, ao contrário do hipotiroidismo, não é uma causa de hiperprolactinemia. O diagnóstico diferencial é fundamental para o manejo adequado, pois as manifestações clínicas da hiperprolactinemia (galactorreia, amenorreia, disfunção erétil) podem ser inespecíficas. A investigação deve incluir a dosagem de prolactina, função tireoidiana e, se necessário, ressonância magnética da sela túrcica.
As principais causas fisiológicas incluem gestação, lactação (estimulação de mamilos), estresse (físico ou psicológico), sono e exercício físico intenso.
No hipotiroidismo primário, há uma diminuição dos hormônios tireoidianos, o que leva a um aumento compensatório na secreção de TRH (hormônio liberador de tireotrofina) pelo hipotálamo. O TRH, além de estimular o TSH, também estimula a liberação de prolactina pela hipófise.
As causas patológicas mais comuns incluem adenomas hipofisários produtores de prolactina (prolactinomas), uso de certos medicamentos (antipsicóticos, antidepressivos, anti-hipertensivos), doenças renais e hepáticas crônicas, e outras lesões hipotalâmicas ou hipofisárias.
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