Manejo da Auto-PEEP e Hiperinsuflação Dinâmica no DPOC

UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2025

Enunciado

Homem, 57 anos, internado na Unidade de Terapia Intensiva para tratamento de DPOC exacerbado, atualmente em ventilação mecânica, recebendo salbutamol, hidrocortisona e piperacilina-tazobactam. Antecedentes pessoais: DPOC, tabagismo (35 anos-maço) e hipertensão arterial. Exame físico: sedado em RASS-5, pupilas isofotorreagentes, peso = 107 Kg, altura = 165 cm, PA = 134/82 mmHg, FC = 86 bpm, oximetria de pulso = 96%. Angiotomografia arterial de tórax: sem sinais de tromboembolismo pulmonar. Paciente encontra-se em ventilação mecânica em modo controlado a volume, FiO2 = 50%, PEEP = 7 mmHg, volume corrente = 470 mL, FR = 26 irpm. Subitamente, o paciente apresenta mudança dos sinais vitais, mantendo murmúrio vesicular pulmonar presente bilateralmente: PA = 76/46 mmHg, FC = 116 bpm, oximetria de pulso = 93%. Parâmetros do ventilador: FiO2 = 50%, PEEP = 7 mmHg, volume corrente = 470 mL, FR = 26 irpm, pressão aferida em manobra de pausa expiratória = 15 mmHg, pressão aferida na manobra de pausa inspiratória = 21 mmHg. A CONDUTA É:

Alternativas

  1. A) Reduzir a frequência respiratória.
  2. B) Reduzir a PEEP.
  3. C) Aumentar o volume corrente.
  4. D) Aumentar a FiO2.

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