Manejo da Hiperglicemia Hospitalar: Insulina Basal-Bolus
SGCH - Santa Genoveva Complexo Hospitalar (MG) — Prova 2019
Enunciado
A hiperglicemia em pacientes internados com diabetes é muito comum. A hiperglicemia no diabetes está associada a aumento do tempo de internação, complicações hospitalares, utilização de recursos e mortalidade. Podemos assim aceitar que:
Alternativas
A) Um regime de insulina basal, mais correção em bólus (uma estratégia usando doses múltiplas de insulinas de ação curta e longa) é uma opção razoável para corrigir a hiperglicemia em pacientes com diabetes hospitalizados e não críticos. O uso de insulina escalonada (slidingscale), de acordo com a glicemia no ambiente hospitalar, é desencorajado.
B) Um regime de insulina basal, mais correção em bólus (uma estratégia usando doses múltiplas de insulinas de ação curta e longa) é uma opção ruim para corrigir a hiperglicemia em pacientes com diabetes hospitalizados e não críticos. O uso de insulina escalonada (slidingscale), de acordo com a glicemia no ambiente hospitalar, é desencorajado.
C) Um regime de insulina basal, mais correção em bólus (uma estratégia usando doses múltiplas de insulinas de ação curta e longa) é uma opção razoável para corrigir a hiperglicemia em pacientes com diabetes hospitalizados críticos. O uso de insulina escaladona (slidingscale), de acordo com a glicemia no ambiente hospitalar, é desencorajado.
D) Um regime de insulina basal, mais correção em bólus (uma estratégia usando doses múltiplas de insulinas de ação curta e longa) é uma opção razoável para corrigir a hiperglicemia em pacientes com diabetes hospitalizados críticos. O uso de insulina escaladona (slidingscale), de acordo com a glicemia no ambiente hospitalar, é encorajado.
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