HSLRP - Hospital São Luiz Rede D'Or Ribeirão Preto (SP) — Prova 2023
Uma criança de 6 anos, internada na UTI Pediátrica após sofrer um AVC, apresenta FC de 130bpm, FR de 36irpm, PAS de 138mmHg, PAD de 82mmHg, temperatura de 38,4°C, diaforese localizada e opistótono (escore 16 na classificação de HSP). Com base nesses dados, o diagnóstico de hiperatividade simpática paroxística é:
Pós-AVC com taquicardia, hipertensão, diaforese, opistótono → HSP PROVÁVEL/POSSÍVEL.
A Hiperatividade Simpática Paroxística (HSP), também conhecida como tempestade autonômica ou disautonomia, é uma síndrome comum após lesões cerebrais graves, como AVC. Os sintomas apresentados pela criança (taquicardia, hipertensão, diaforese, opistótono e febre) são clássicos da HSP. Com um escore de 16 na classificação de HSP, o diagnóstico é considerado possível ou provável, dependendo da escala específica utilizada.
A Hiperatividade Simpática Paroxística (HSP), também conhecida como tempestade autonômica, disautonomia ou síndrome de disfunção autonômica com distonia, é uma condição comum e grave que pode ocorrer após lesões cerebrais agudas, como acidente vascular cerebral (AVC), traumatismo cranioencefálico (TCE) ou anoxia cerebral. Caracteriza-se por episódios paroxísticos de ativação do sistema nervoso simpático, resultando em uma constelação de sintomas que podem ser confundidos com outras condições, como sepse. Os sinais e sintomas típicos da HSP incluem taquicardia, hipertensão, taquipneia, febre (geralmente não infecciosa), diaforese profusa, e posturas abnormais como opistótono, descerebração ou decorticação. Esses episódios podem ser espontâneos ou desencadeados por estímulos externos, como dor, aspiração ou manipulação. O diagnóstico é clínico, e escalas de pontuação, como a Paroxysmal Sympathetic Hyperactivity Assessment Measure (PSHAM) ou outras escalas de HSP, auxiliam na avaliação da probabilidade e gravidade. No caso da criança de 6 anos com AVC e os sintomas descritos (FC 130, FR 36, PAS 138/PAD 82, T 38,4°C, diaforese localizada e opistótono), com um escore de 16 na classificação de HSP, o diagnóstico é considerado possível ou provável, dependendo do ponto de corte exato da escala utilizada. O tratamento visa controlar os sintomas e pode incluir betabloqueadores, benzodiazepínicos, morfina e gabapentina, além do manejo da causa subjacente e suporte geral.
A HSP é uma síndrome de disfunção autonômica que ocorre após lesões cerebrais graves, como AVC ou traumatismo cranioencefálico. É caracterizada por episódios paroxísticos de ativação simpática, como taquicardia, hipertensão, febre, diaforese e posturas anormais.
Os sintomas incluem taquicardia, hipertensão, taquipneia, febre (não infecciosa), diaforese profusa, rigidez muscular (incluindo opistótono ou descerebração) e distonia. Esses episódios podem ser desencadeados por estímulos mínimos ou ocorrer espontaneamente.
O diagnóstico de HSP é clínico, baseado na presença de sinais de hiperatividade simpática após uma lesão cerebral. Existem escalas de pontuação, como a Paroxysmal Sympathetic Hyperactivity Assessment Measure (PSHAM) ou a escala de HSP mencionada, que ajudam a quantificar a probabilidade do diagnóstico.
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