Hiperaldosteronismo Primário: Diagnóstico e Sinais Chave

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Paciente de 31 anos queixa-se de cefaleia crônica e fraqueza muscular generalizada, não tendo passado de doença digna de nota e não faz uso regular de medicamentos nem de anticoncepcionais. Ao exame físico, chama atenção a pressão arterial repetidamente elevada (em torno de 180 x 90 mmHg) e frequentes Extrassístoles (ES). Sua fundoscopia revela retinopatia hipertensiva grau I. Na consulta de seguimento, a paciente mantém níveis tensionais elevados. O eletrocardiograma revela frequentes ES supraventriculares, diminuição da amplitude da onda T difusamente e presença de onda U. Outros exames complementares são solicitados, tendo glicemia e hemograma normais, mas dosagens séricas de eletrólitos pendentes. Considerando-se que sua hipertensão arterial sistêmica tenha causa secundária, diante do contexto clínico relatado, um resultado esperado de sua investigação diagnóstica é:

Alternativas

  1. A) Relação aldosterona: atividade de renina plasmática maior que 50.
  2. B) Estenose de artéria renal maior que 70% ao ultrassom com Doppler.
  3. C) Teste da supressão noturna com dexametasona negativo.
  4. D) Dosagem bastante elevada de metanefrinas urinárias.

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