Hiperaldosteronismo Primário: Diagnóstico e Conduta

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Homem, 52 anos, portador de hipertensão arterial de difícil controle, em uso de Valsartana 320 mg/dia, Anlodipino 10 mg/dia e Clortalidona 25 mg/dia. Queixa-se de episódios de fraqueza muscular e cãibras nos últimos meses. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 168/102 mmHg, sem outras alterações dignas de nota. Exames laboratoriais revelam: Sódio: 146 mEq/L; Potássio: 3,4 mEq/L; Creatinina: 0,9 mg/dL; Glicemia de jejum: 106 mg/dL; Cortisol após 1 mg de dexametasona: 1,2 mcg/dL (valor de referência < 1,8 mcg/dL). A triagem hormonal mostra: Aldosterona Plasmática: 17 ng/dL e Atividade de Renina Plasmática: 0,5 ng/mL/h (Relação Aldosterona/Renina = 34). Uma tomografia de abdome demonstra a presença de um nódulo de 1,4 cm em glândula adrenal direita, com densidade de 5 UH. Diante do quadro clínico e laboratorial apresentado, a conduta mais adequada para o seguimento do caso é:

Alternativas

  1. A) Encaminhar o paciente para a realização de adrenalectomia direita videolaparoscópica.
  2. B) Prosseguir a investigação com teste confirmatório, como o teste de infusão salina ou de sobrecarga salina oral.
  3. C) Solicitar o cateterismo de veias adrenais para confirmação da lateralização da produção hormonal.
  4. D) Suspender o uso de Valsartana e Clortalidona por 4 semanas e repetir a dosagem da relação aldosterona/renina.

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