Hiperaldosteronismo Primário: Diagnóstico na Hipertensão Resistente

HSM - Hospital Santa Marta (DF) — Prova 2018

Enunciado

Uma mulher de 22 anos de idade procura um ambulatório com queixa de dificuldade de controle dos níveis pressóricos, desde que recebeu o diagnóstico de pressão alta, há 6 meses. Ela informa que, desde o diagnóstico, tem seguido as recomendações dietéticas e as relacionadas aos hábitos de vida. Atualmente, ela está em uso de nifedipina, 20 mg, 3 vezes ao dia, associada a metoprolol 100 mg ao dia, e clonidina, 0,200 mg, 3 vezes ao dia. No último mês, ela foi admitida 2 vezes em um pronto-socorro, com crises hipertensivas, 18/09/2019 Impressão de Prova tendo apresentado melhora após uso de captopril. Ao exame físico, ela apresenta níveis pressóricos estimados em 176 mmHg x 98 mmHg e frequência cardíaca de 62 bpm. Durante o citado exame, não se evidencia edema ou sopros cardíacos. Não foi constatada na paciente distribuição anormal de pelos na face. Ela traz diversos exames; entre eles, o Mapa, com valores alterados, além de um ecocardiograma, com resultado normal. Evidenciou-se, na paciente, função renal normal, com creatina de 0,8 mg/dL e redução de potássio, mantido em 2,8 mEq/dL. O bicarbonato teve o valor medido em 30 mEq/dL. Já a glicemia de jejum era de 96 mg/dL. Com base nas informações do hipotético caso clínico mencionado, é correto afirmar que este se trata de hipertensão secundária a:

Alternativas

  1. A) síndrome de Cushing.
  2. B) doença renovascular por displasia fibromuscular. 
  3. C) feocromocitoma.
  4. D) hiperaldosteronismo primário.
  5. E) hiperplasia suprarrenal congênita.

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