SES-MA - Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão — Prova 2020
O higroma cístico constitui malformação linfática decorrente de alterações no desenvolvimento da rede linfática de maneira localizada. A maioria dos higromas císticos acomete os sacos linfáticos da
Higroma cístico = malformação linfática, mais comum na região cervical lateral.
O higroma cístico é uma malformação congênita do sistema linfático, resultante de falha na comunicação entre os sacos linfáticos e o sistema venoso. Sua localização mais frequente é na região cervical lateral, seguida pela axila.
O higroma cístico, também conhecido como linfangioma cístico, é uma malformação congênita do sistema linfático, caracterizada pela presença de múltiplos cistos preenchidos por linfa. Sua origem está relacionada a um desenvolvimento anormal dos sacos linfáticos primitivos, que falham em se conectar adequadamente ao sistema venoso, resultando em acúmulo de linfa. Embora possa ocorrer em diversas partes do corpo, a grande maioria dos higromas císticos (aproximadamente 75%) é encontrada na região cervical lateral, frequentemente no triângulo posterior do pescoço. A região axilar é a segunda localização mais comum, respondendo por cerca de 20% dos casos. Outras localizações, como mediastino, retroperitônio e pelve, são mais raras. O diagnóstico pode ser feito no período pré-natal por ultrassonografia. Após o nascimento, a apresentação clínica é geralmente uma massa mole, indolor e compressível. O tratamento varia desde a observação em casos assintomáticos até a escleroterapia ou ressecção cirúrgica para lesões sintomáticas ou esteticamente incômodas, com o objetivo de prevenir complicações como infecção ou compressão de estruturas vitais.
O higroma cístico é uma malformação congênita benigna do sistema linfático, caracterizada por cistos preenchidos por linfa. Ele surge de uma falha na comunicação entre os sacos linfáticos primitivos e o sistema venoso jugular, resultando em acúmulo de linfa.
A maioria dos higromas císticos (cerca de 75%) ocorre na região cervical lateral, especialmente no triângulo posterior do pescoço. Outras localizações comuns incluem a axila (20%) e, mais raramente, mediastino, retroperitônio e pelve.
O diagnóstico pode ser feito pré-natalmente por ultrassonografia fetal. Após o nascimento, é clínico, com a presença de uma massa mole e indolor, e confirmado por exames de imagem como ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.
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