INCA - Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (RJ) — Prova 2021
Pode-se afirmar que a causa mais frequente de transmissão das viroses respiratórias comuns de pacientes para profissionais de saúde é:
Higienização inadequada das mãos é a principal via de transmissão de viroses respiratórias em ambiente de saúde.
A transmissão de viroses respiratórias de pacientes para profissionais de saúde ocorre predominantemente por contato, sendo a higienização inadequada das mãos o fator mais crítico. Gotículas e aerossóis também contribuem, mas a contaminação das mãos é a via mais comum.
A transmissão de viroses respiratórias em ambientes de saúde representa um risco significativo tanto para pacientes quanto para profissionais. A compreensão das vias de transmissão e a adesão rigorosa às medidas de controle de infecção são pilares para a segurança hospitalar e a saúde pública. A causa mais frequente de transmissão de patógenos, incluindo vírus respiratórios, de pacientes para profissionais de saúde é a higienização inadequada das mãos. A fisiopatologia da transmissão de viroses respiratórias envolve principalmente gotículas respiratórias e contato direto ou indireto. As mãos dos profissionais de saúde atuam como vetores cruciais, transportando microrganismos de um paciente para outro, ou do paciente para o próprio profissional, após tocarem superfícies contaminadas ou o próprio paciente. A falha em higienizar as mãos nos momentos corretos permite a disseminação desses patógenos. As diretrizes de controle de infecção enfatizam a higiene das mãos como a medida mais simples, eficaz e de baixo custo para prevenir a infecção cruzada. A adesão aos "5 momentos da higiene das mãos" da OMS é fundamental. Embora o uso de máscaras e outros EPIs seja importante, especialmente em situações de aerossolização ou contato próximo, a negligência na higiene das mãos permanece como a principal lacuna na prevenção da transmissão de infecções respiratórias comuns no ambiente de saúde.
A higienização das mãos é a medida mais eficaz para prevenir a transmissão de microrganismos, incluindo vírus respiratórios, pois as mãos dos profissionais de saúde podem ser facilmente contaminadas ao tocar pacientes ou superfícies.
Devem higienizar as mãos antes do contato com o paciente, antes de realizar procedimentos assépticos, após risco de exposição a fluidos corporais, após o contato com o paciente e após o contato com o entorno do paciente.
Outras medidas incluem o uso adequado de máscaras (cirúrgicas ou N95, dependendo da situação), óculos de proteção, luvas, aventais, etiqueta respiratória, distanciamento físico e ventilação adequada dos ambientes.
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