SMS-RJ - Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2022
Com relação aos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), NÃO é correto:
Luvas NÃO substituem higiene das mãos; são barreira, não limpeza.
A higiene das mãos é a medida mais importante para prevenir infecções e deve ser realizada antes e depois do uso de luvas. Luvas são barreiras protetoras para contato com fluidos corporais ou superfícies contaminadas, mas não eliminam a necessidade de higienização.
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são barreiras essenciais na prevenção de infecções em ambientes de saúde, protegendo tanto o profissional quanto o paciente. A compreensão do seu uso correto é vital para a segurança do paciente e do trabalhador. A higiene das mãos, seja com água e sabão ou álcool em gel, é a medida mais eficaz e prioritária para o controle de infecções, sendo indispensável antes e após qualquer contato com o paciente ou ambiente, independentemente do uso de luvas. O uso de luvas é indicado para procedimentos que envolvam contato com sangue, fluidos corporais, mucosas, pele não íntegra ou materiais contaminados. Contudo, as luvas não são estéreis e podem ter microperfurações, além de serem facilmente contaminadas durante o uso. Por isso, elas devem ser trocadas entre pacientes e entre diferentes procedimentos no mesmo paciente, e a higiene das mãos deve sempre complementar seu uso. Máscaras, óculos de proteção e aventais também são EPIs cruciais, devendo ser utilizados conforme o risco de exposição a aerossóis, gotículas ou respingos. Para residentes e estudantes, dominar as diretrizes de biossegurança e o uso correto de EPIs é fundamental para a prática clínica segura e para a aprovação em provas. A substituição de EPIs danificados ou úmidos, como máscaras, é uma prática padrão para manter a eficácia da barreira protetora. A falha em seguir essas normas pode levar à transmissão de patógenos e comprometer a segurança de todos no ambiente de saúde.
A higiene das mãos é fundamental e insubstituível. Ela deve ser realizada antes de calçar as luvas e imediatamente após retirá-las, mesmo que as luvas pareçam intactas, para garantir a remoção de microrganismos.
As luvas devem ser trocadas entre diferentes procedimentos no mesmo paciente, após contato com material potencialmente infeccioso, e sempre que for atender um novo paciente, para evitar a contaminação cruzada.
Os erros comuns incluem usar luvas para substituir a higiene das mãos, reutilizar EPIs descartáveis, não usar o EPI adequado para o risco da tarefa, e não remover o EPI de forma segura para evitar autoconaminação.
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