UFRJ/HUCFF - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (RJ) — Prova 2024
As medidas de prevenção de doenças e de agravos relacionados ao trabalho e proteção da saúde do trabalhador devem considerar a hierarquia de controle de riscos, a fim de estruturar as ações de saúde e segurança do trabalhador. Pode-se afirmar que se trata de medida de menor eficiência:
Hierarquia de controle de riscos: Eliminação > Substituição > Engenharia > Administrativos > EPI (menor eficiência).
A hierarquia de controle de riscos é fundamental na saúde ocupacional. O EPI, embora necessário em muitas situações, é a última linha de defesa e a medida de menor eficiência, pois não elimina ou reduz o risco na fonte, dependendo da adesão e uso correto do trabalhador.
A hierarquia de controle de riscos é um princípio fundamental na saúde e segurança do trabalho, visando proteger os trabalhadores de agravos e doenças ocupacionais. Essa estrutura organiza as medidas de controle em uma ordem de preferência, da mais eficaz à menos eficaz, para guiar a tomada de decisão na gestão de riscos. Compreender essa hierarquia é crucial para implementar estratégias de prevenção robustas e duradouras. Os níveis da hierarquia são: Eliminação (remover o perigo), Substituição (trocar o perigo por algo menos perigoso), Controles de Engenharia (isolar as pessoas do perigo), Controles Administrativos (mudar a forma como as pessoas trabalham) e Equipamento de Proteção Individual (EPI) (proteger o trabalhador com barreiras). O EPI, embora indispensável em muitas situações, é considerado a medida de menor eficiência porque não atua na fonte do risco, dependendo da adesão e do uso correto pelo trabalhador, e falhas podem ter consequências diretas. Para a prática clínica e provas de residência, é vital memorizar essa ordem e entender o racional por trás dela. Priorizar a eliminação ou substituição do risco sempre que possível é a abordagem mais eficaz para garantir um ambiente de trabalho seguro. O EPI deve ser visto como a última linha de defesa, a ser utilizado quando as outras medidas não são viáveis ou suficientes para controlar o risco a um nível aceitável.
A hierarquia inclui eliminação, substituição, controles de engenharia, controles administrativos e, por último, o uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI).
O EPI é menos eficiente porque não elimina o risco na fonte, dependendo do uso correto e da manutenção pelo trabalhador, e falhas podem expor o indivíduo ao perigo.
Exemplos incluem ventilação exaustora, isolamento de máquinas ruidosas, enclausuramento de processos perigosos e barreiras físicas para proteção.
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