Hidroterapia no Trabalho de Parto: Alívio da Dor e Benefícios

Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina — Prova 2017

Enunciado

Quartigesta, tercípara, 34 anos, 39 semanas, todos os partos anteriores por via vaginal, sem comorbidades, está no Centro de Parto Normal na fase ativa do trabalho de parto. Exame físico: altura uterina 33 cm, BCF 142, dinâmica uterina presente com contrações fortes, 4/60”/10’, toque: colo dilatado para 7 cm, médio, bolsa íntegra, apresentação cefálica, plano de De Lee +3. A parturiente solicita o banho para aliviar as dores. Nesse caso, aponte a conduta ADEQUADA.

Alternativas

  1. A) Encaminhar para a hidroterapia com temperatura superior à materna, para maior relaxamento materno.
  2. B) Não indicar a hidroterapia, pois existe risco do neonato inspirar água e apresentar complicação pulmonar.
  3. C) Indicar a hidroterapia, pois a pressão hidrostática reduz a liberação de ocitocina e promove analgesia materna.
  4. D) Encaminhar para a hidroterapia com temperatura superior à materna, para maior liberação de ocitocina.
  5. E) Indicar a hidroterapia, pois o relaxamento promove analgesia materna e favorece a liberação de ocitocina.

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